Case Real Fruit Boxes
Sensacional a ação da Camp Nectar!
O projeto Real Fruit Boxes é uma ação inovadora da agência @ageisobar, inspirada nas famosas melancias quadradas, para mostrar que o suco de frutas Camp é natural. Depois de dois anos de experimentos em uma fazenda no interior de São Paulo, a agência conseguiu colher frutas no formato da caixinha de suco Camp. Todas as frutas foram expostas em supermerdados, horti-frutis e feiras. Elas também foram exibidas na Feira APAS 2012, a maior do mercado supermercadista brasileiro, e enviadas para um mailing de lojistas.
Mais do que qualquer explicação, vale assistir o vídeo case.
16.04.12
A TV na era Pós-televisão
“Assistir TV” é bastante simples quando analisada do ponto de vista do espectador, já pelo lado dos anunciantes a coisa não é bem assim. Pelo contrário, a cada dia é mais difícil e complexo o processo de medição de audiência (honesta).
Quando falamos em assistir TV, não podemos deixar de levar em conta algumas observações:
1. Nós não paramos mais para assistir TV, vivenciamos ela a cada momento do nosso dia-a-dia;
2. Nós não apenas assistimos TV em uma grande “caixa”, mas em praticamente todos os dispositivos conectados, até os pequenos;
3. Nós não apenas assistimos TV ao vivo, mas também na retransmissão legal ou ilegal de programas já exibidos;
4. Assistir TV deixou de ser um caso doméstico ou familiar e passou a ser uma atividade em rede entre os indivíduos socialmente conectados.
Para ver como os novos hábitos de “uso” impactam no nosso comportamento de visualização, os institutos de pesquisa de audiência deveriam levar em conta todas estas definições. Infelizmente, isso é impossível de fazer com os métodos de medição existentes, porque eles isolam estas diferentes formas de usos, a fim de obter verdade - ainda que parcial - de dados.
O melhor exemplo de que é preciso olhar de uma forma diferente para isso vem dos Estados Unidos: uma análise de uso de banda mostra que o Netflix, serviço de vídeo on-demand disponível por assinatura em diversas plataformas (disponível também no Brasil), consome quase 30% da banda de Internet disponível no país. Esta percentagem é de assustar qualquer canal de TV, principalmente aqueles mais tradicionais que ainda não estão retransmitindo seu conteúdo nos meios online.
Essa tendência tende a se estender rapidamente em todo o mundo com a explosão global de multitelas, ou multiplataformas, pois seu uso permite que as pessoas possam desfrutar de uma experiência de visualização enriquecida, interativa e social. Além disso, como muitos programas estão se tornando eventos em si, essa experiência multicanal e multisocial estão ocorrendo antes, durante e depois da exibição do programa.
Na Europa, cerca de 49% das pessoas surfam na web enquanto assistem TV, ou seja, a atenção dada ao conteúdo que é transmitido na TV “tradicional” sofre uma grande perca de atenção, o que não é apontado nos índices de medição tradicional de audiência.
Um relatório feito pela Forrester Research, e publicado pelo site AdAge revela que os sites de mídias sociais e vídeos online contam com mais audiência do que a TV no Brasil. Hoje, a adoção da web como principal meio de informação e entretenimento é de 48%, e a previsão é que em 2016, esse número alcance a marca de 57%.
Tanto os meios de televisão atuais, como as medições de audiência da web, não permitem uma apuração eficiente destes novos fenômenos de comportamento que se sobrepõem. Serviços como Netflix e Crackle – este último com exibição de filmes gratuitamente – nem sequer estão classificados entre os dez maiores sites de vídeo online dos EUA, segundo relatório da comScore, instituto que mede a audiência online no país.

No Youtube 60 horas de vídeos são publicados a cada minuto, com mais de 4 bilhões de visualizações por dia. Mais vídeos foram enviados para o YouTube em um mês do que a quantidade de vídeos produzidos pelas três principais emissoras dos EUA em 60 anos. Com 10% de seu conteúdo em HD, o YouTube para celular recebe mais de 600 milhões de visualizações por dia, e o tráfego a partir de dispositivos móveis triplicou em 2011.
Para as grandes marcas, o YouTube já é uma excelente opção de investimento de mídia: 98 dos 100 principais anunciantes do AdAge geram campanhas no YouTube e na Rede de Display do Google.
Alguns números que os institutos de medição de audiência tradicionais não consideram:
1. Em 2011, o YouTube teve mais de 1 trilhão de visualizações, ou quase 140 visualizações para cada pessoa na Terra;
2. 500 anos de vídeo do YouTube são assistidos todos os dias no Facebook e mais de 700 vídeos no YouTube são compartilhados no Twitter a cada minuto;
3. Um tweet compartilhado automaticamente resulta em seis novas sessões no youtube.com.br em média, e ocorrem mais de 500 tweets por minuto que contêm um link para o YouTube;
4. Mais de 50% dos vídeos no YouTube são avaliados ou incluem comentários da comunidade.
Essa alteração no comportamento de como assistir TV ainda não está chegando nos relatórios oficiais de audiência, com isso o número médio de horas gastas assistindo TV “tradicional” continua a sendo maior do que a exibição online.
Mas se conseguíssemos olhar esta medição de uma forma integrada, levando-se em consideração todo esse novo cenário de consumo de conteúdo de vídeo, com certeza não teríamos as grandes emissoras de TV tradicionais como líderes de audiência – e consumidoras da maior fatia do bolo da verba publicitária. Essa realidade está perto de ser mudada e está próxima de ser mensurada de uma forma mais integrada – e justa, e quando isso acontecer os anunciantes serão obrigados a dividirem os investimentos em diferentes plataformas de exibição.
14.03.12
As redes sociais reais da Coca-Cola
Ações simples da Coca-Cola mostram que quando se tem alta criatividade não é preciso se ter altos investimentos. As ações aconteceram ano passado, mas vale à pena sempre tê-las como referencia. Coca-Cola, como sempre, dando exemplo de como se comunicar com jovens.
THE COCA COLA FRIENDSHIP
(A Coca-Cola da Amizade)
WHERE WILL HAPPINESS STRIKE NEXT?
(Onde Será o Próximo Ataque de Felicidade?)
EL CAMIÓN DE LA FELICIDAD DE COCA-COLA
(O Caminhão da Felicidade da Coca-Cola)
13.03.12
As mais novas (e impressionantes) estatísticas do Facebook
Os números realmente impressionam:
- Usuários do Facebook gastam, em média, 20 minutos no site a cada visita;
- 53% dos usuários são do sexo feminino;
- 2,7 bilhões de “likes” todos os dias;
- 25% de toda a população da América Latina está no Facebook.
- 250 milhões de fotos são postadas todos os dias.
Veja mais:

13.03.12
330 mil brasileiros querem comprar tablets
Apenas nos últimos 30 dias, 330 mil brasileiros demonstraram interesse em adquirir um tablet, de acordo com levantamento realizado pela Navegg.
A empresa analisou dados de mais de 75 milhões de internautas e chegou à conclusão de que, neste ano, a intenção de compra cresceu 36% a cada 10 dias. Isso se une à estimativa do IDC, de que em 2012 serão vendidos 1 milhão de tablets (em 2011 foram 450 mil). Mais da metade (56%) dos compradores em potencial é composta de homens, 75% deles querem o aparelho para uso profissional e 93% possuem ensino superior. Boa parte (55%) gosta de ler sobre tecnologia, mas notícias (32%) e entretenimento (24%) também aparecem com destaque.
Redação Adnews

10.03.12
O que motivará os fãs da Apple a atualizar o seu iPad? Melhor ainda, como a gigante do segmento despertará os usuários de primeira viagem?
O infográfico abaixo tem um olhar mais profundo, uma visão estatística dos vários tipos de motivações e características que levam os consumidores a comprar ou trocar o iPad. Ele também descreve os hábitos de uso do tablet por parte dos usuários, os mais populares tipos de aplicações utilizadas e aponta o fato de que o iPad ainda não tem um Flash Player, “problema” sério para o consumidor que a Apple parece determinada a ignorar. No entanto, tudo isso realmente não parece inibir as vendas crescentes do dispositivo.
Outro ponto interessante é a análise feita com usuários de tablets com 3G, nos EUA apenas 30% deles compram este aparelho com conexão WiFi + 3G, destes 29% tentam cancelar sua assinatura e 19% nunca usaram este tipo de conexão. No Brasil não deve ser muito diferente, principalmente com a qualidade de serviço que temos pelo preço que pagamos. Será que você é daqueles consumidores que pagam uma conta de dados para o celular e outra para o tablet? thz, thz, thzz… Ah! Se você está pensando em comprá-lo fora do Brasil, cuidado, o novo iPad tem Wi-Fi + 4G, este tipo de conexão ainda não desembarcou por estas bandas.
Segundo o estudo, parece que o gadget é mesmo um companheiro inseparável na hora do descanso, quase 60% das pessoas usam o tablet deitados no sofá ou na cama. Em relação ao tempo de uso, o iPad já supera a TV, onde mulheres utilizam o tablet cerca de 25 horas por semana (22 horas assistindo TV), contra 23 horas dos homens (18 horas assistindo TV).

Abaixo um comparativo entre o iPad2 e o novo iPad:

23.02.12
A Day Made of Glass
A empresa Corning publicou no YouTube uma série de vídeos com a visão do futuro das tecnologias de touch screen. Neles podemos observar como as telas de vidro, com tecnologias de parceiros, irão ajudar a moldar o nosso futuro.
Made possible by Corning
Same Day. Expanded Corning Vision
23.02.12
O ciclo de vida das mídias sociais
Muito interessante este infográfico desenvolvido pela UberVU. Entre outras coisas, nele é possível fazer uma breve reflexão sobre a influência das mídias sociais na decisão de compra dos consumidores, mais especificamente no Twitter, onde 2 em cada 3 usuários dizem ser influenciados pelo que falam no microblog, ou no Facebook, onde 74% dos usuários que compram produtos de entretenimento discutem sua experiência com os amigos no site, que hoje recebe mais de 1 bilhão de comentários por dia.

A ascensão do marketing de conteúdo
De acordo com um estudo realizado pela Content Marketing Institute, o marketing de conteúdo é um dos campos de maior crescimento nos negócios, com um grande número de profissionais se especializando na área. 90% dos profissionais de marketing que trabalham com B2B fazem algum tipo de marketing de conteúdo.
As táticas mais populares empregadas para difundir conteúdo são artigos, mídias sociais, blogs, newsletter, cases e eventos offline. Os objetivos mais buscados são o aumento da consciência da marca, aquisição de cliente, geração de leads e a retenção e fidelidade. Confira o infográfico abaixo.

NOS EUA, CONSUMIDOR É RASTREADO E ESTRATÉGIA MUDA RAPIDAMENTE
Na internet, cada clique e zigue-zague do mouse ajuda as empresas de varejo a personalizar sites e maximizar a probabilidade de compra. As lojas físicas tradicionais há muito desejam acompanhar os consumidores de forma parecida, mas acompanhar átomos é bem mais complexo do que acompanhar bits. Na maioria das vezes, as lojas convencionais se contentaram em recorrer a pesquisas sobre os consumidores, diz Herb Sorensen, assessor da empresa de analises de mercado TNS Retail & Shopper, em Londres. “O problema com pesquisas é que o consumidor pode dizer uma coisa e fazer outra.”
Para entender melhor os clientes on-line, as operadoras de shopping centers vêm monitorando o comportamento dos consumidores com aparelhos que acompanham os sinais dos celulares, enquanto varejistas, como Montblanc, T-Mobile e Family Dollar Stores, encontram novos usos para antigas ferramentas como as câmeras internas de segurança. O objetivo é adivinhar que variáveis afetam as compras e, então, agir com rapidez, deslocando homens de vendas, alterando mostradores ou colocando blusas vermelhas em vez de azuis. Até recentemente, as “lojas eram como um buraco negro”, diz Alexei Agratchev, CEO da consultoria RetailNext. “As pessoas se convenciam de que algo era verdade e gastavam dezenas de milhões com base nisso”, sem evidências que as sustentassem.
Agratchev diz que a RetailNext foi fundada em 2007 para mudar isso. A empresa ajuda varejistas a entender melhor o comportamento dos consumidores. Na maioria dos casos, a empresa recorre a vídeos dos sistemas de câmeras de segurança que as lojas já têm. Esses dados servem para alimentar um software da RetailNext, que analisa os vídeos e os relaciona com os números de vendas. O programa pode integrar dados de aparelhos como chips de identificação de radiofrequência (RFID, na sigla em inglês) e sensores de movimentos que detectam, por exemplo, quantas vezes uma caixa de determinada marca de cereal é levantada ou quantos clientes viram à esquerda quando entram na loja.
A empresa tem 40 clientes varejistas, entre os quais a American Apparel e a Family Dollar, além de 20 que estão testando o sistema. Por exemplo: empresas de alimentos pagam a mais para que seus produtos sejam expostos no fim de corredores. Segundo a RetailNext, porém, o consumidor presta mais atenção em produtos colocados no centro dos corredores.
A varejista de artigos de luxo Montblanc começou a testar a análise de vídeos da RetailNext em uma loja em Miami há seis meses. Os funcionários usam o serviço para criar mapas mostrando que partes da loja têm mais tráfego de pessoas e decidir onde colocar as decorações internas, vendedores e mercadorias. Rodrigo Fajardo, gerente de marcas da Montblanc em Miami, diz que as análises ajudam a tomar decisões com mais rapidez. “Não levamos seis meses para fazer mudanças”, diz. “Analisamos uma semana e na semana seguinte estamos fazendo as mudanças.” Ele diz que o software ajudou a elevar as vendas em 20% e que a Montblanc pretende expandir seu uso para mais de dez pontos de venda.
A T-Mobile emprega uma tecnologia similar, da 3VR, uma fabricante de sistemas de segurança de San Francisco. Há dois anos, executivos da 3VR perceberam que suas câmeras poderiam ser usadas para reunir dados sobre o consumo, de acordo com o CEO da empresa, Al Shipp. Ele diz que a T-Mobile, em Bellevue, Washington, usa a tecnologia em algumas de suas lojas de varejo para acompanhar como as pessoas se locomovem, quanto tempo ficam em frente aos mostradores e que telefones pegam para ver de perto e por quanto tempo. A T-Mobile não quis comentar o assunto.
Atualmente, a 3VR testa um software de reconhecimento facial que pode identificar o gênero e idade aproximada do consumidor. O programa dará aos varejistas mais conhecimento sobre as faixas demográficas dos clientes e ajudará a fazer promoções sob medida, diz Shipp. “Algum dia, teremos capacidade para avaliar cada indicador imaginável. Estamos apenas começando a conhecer a superfície.”
Alguns varejistas vêm instalando equipamentos para acompanhar os compradores via celulares. A Path Intelligence, empresa de Portsmouth, na Inglaterra, começou a vender uma tecnologia em 2009 que detecta o sinal de celulares e pode rastrear a movimentação de quem estiver com o telefone dentro de um prédio. Atualmente, o sistema é usado principalmente em centros comerciais na Europa. Segundo a empresa, é possível detectar a locomoção de mais de 1 milhão de clientes por dia. Alguns varejistas usam os dados para definir onde instalar lojas, segundo a CEO da Path Intelligence, Sharon Biggar. Outros usam o sistema para descobrir a nacionalidade dos clientes, detectando o código do início dos números de telefone.
Os shopping centers que usam o sistema, chamado FootPath, colocam placas na entrada e nos mapas de localização das lojas informando os clientes de que seus celulares estão sendo rastreados e que devem desligar os aparelhos se não quiserem ser monitorados. Rastreamentos desse tipo preocupam grupos de defesa da privacidade. David Jacobs, pesquisador do Electronic Privacy Information Center, diz que é “impraticável” sugerir aos consumidores o desligamento dos celulares.
A Path Intelligence informa que não grava a identidade de ninguém e altera alguns dos dígitos dos números de celular antes de armazená-los. “Projetamos este serviço de forma que seja impossível detectar qualquer informação pessoal ou associar o número a uma pessoa”, diz Biggar.
Nem todos se sentem confortáveis com a ideia. Em novembro, o Short Pump Town Center, em Richmond, Virgínia, e o Promenade Temecula, na Califórnia, começaram a testar o FootPath pela primeira vez nos Estados Unidos. O teste foi cancelado um dia depois, por reclamações do senador Charles E. Schumer (democrata por Nova York) de que a tecnologia poderia comprometer a privacidade dos consumidores. “Gostaríamos de resolver as preocupações sobre privacidade antes de seguir adiante”, diz Julia Yuryev, da Forest City Commercial Management, proprietária dos dois centros comerciais. A J.C. Penney testou a tecnologia em uma loja, mas não tem planos para efetivá-la, segundo Rebecca Winter, porta-voz da rede. “Quanto mais se foca no comprador, maiores são os riscos”, diz Jacobs. Mark Rasch, diretor de segurança on-line e privacidade da CSC, uma consultoria em Falls Church, Virgínia, diz que rastrear telefones ou usar câmeras “não é mais invasivo do que [as práticas que] as varejistas on-line fazem”.
Essas ferramentas deverão tornar-se mais comuns se outros varejistas puderem repetir o sucesso da Montblanc no aumento das vendas. “É realmente uma experiência que muda as regras do jogo e este é apenas o começo”, diz Fajardo, da Montblanc. “Antes, estávamos trabalhando apenas com base em certo know-how e intuição. Isto se trata de planejar o negócio de varejo com base em estatísticas reais.”
Por Ashley Lutz e Matt Townsend
Bloomberg Businessweek - Tradução de Sabino Ahumada

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